Estéfano, foi mal, tive que jogar fora. Mas fica aí pra posteridade.
Tuesday, March 31, 2009
Friday, March 20, 2009
Londres
Só escrevo para dizer que:
sinto saudades do clima daquela cidade
da sua sonoridade
da sua diversidade
da sua insanidade
dos pubs
e das ruas
dos ônibus
e das loucuras
de tudo, de tudo mesmo
Londres. Aos poucos e, de repente, em um turbilhão: te toma, te conquista, te massacra de saudades. 4 dias, apenas 4.
http://www.youtube.com/watch?v=VJQRYeBdPRM
sinto saudades do clima daquela cidade
da sua sonoridade
da sua diversidade
da sua insanidade
dos pubs
e das ruas
dos ônibus
e das loucuras
de tudo, de tudo mesmo
Londres. Aos poucos e, de repente, em um turbilhão: te toma, te conquista, te massacra de saudades. 4 dias, apenas 4.
http://www.youtube.com/watch?v=VJQRYeBdPRM
Friday, March 6, 2009
Partidas
Hoje foi um dia marcante em alguns aspectos. Não somente a partida do Érico e da Elisa, casal amigo, com quem passava boa parte do meu tempo, mas também a sua falha de planejamento logístico para com as malas que levou o Estéfano e eu a acompanhá-los ao aeroporto, terminal 4, lugar místico na minha mitologia madrilenha, lugar onde 5 meses atrás desembarquei e sobre o qual gostaria de dissertar um bocado.
Foi um tanto quanto desconcertante a experiência de estar ali e ter uma série de impressões sobre o local tão distintas da primeira vez. Me lembrei da sensação total e maciça de solidão na manhã daquele 28 de setembro de 2008, de um certo pavor em nível controlado, da expectativa frustrada de que houvesse lá uma pessoa para me guiar. Lembro de uma saudade repentina de tudo que havia deixado pra trás e da vontade inevitável de pegar o próximo avião de volta para casa. Mas eu não voltei. Por mais difícil que tenha sido em alguns momentos, em especial no início, eu fiquei. E voltando lá me fez pensar nestes 5 meses e em tudo que aconteceu, tudo que mudou, tudo que eu aprendi e tudo que eu consegui, felizmente, desaprender.
E meus amigos se foram. Eu fico. Outros irão, poucos tão bons quanto, mas irão. Deixarão esse universo europeu como um dia eu o farei. Mas longe me espera a despedida e pouco ou nada sei dos sentimentos que me tomarão quando chegar o momento.
Foi um tanto quanto desconcertante a experiência de estar ali e ter uma série de impressões sobre o local tão distintas da primeira vez. Me lembrei da sensação total e maciça de solidão na manhã daquele 28 de setembro de 2008, de um certo pavor em nível controlado, da expectativa frustrada de que houvesse lá uma pessoa para me guiar. Lembro de uma saudade repentina de tudo que havia deixado pra trás e da vontade inevitável de pegar o próximo avião de volta para casa. Mas eu não voltei. Por mais difícil que tenha sido em alguns momentos, em especial no início, eu fiquei. E voltando lá me fez pensar nestes 5 meses e em tudo que aconteceu, tudo que mudou, tudo que eu aprendi e tudo que eu consegui, felizmente, desaprender.
E meus amigos se foram. Eu fico. Outros irão, poucos tão bons quanto, mas irão. Deixarão esse universo europeu como um dia eu o farei. Mas longe me espera a despedida e pouco ou nada sei dos sentimentos que me tomarão quando chegar o momento.
Thursday, March 5, 2009
Coisas que eu nunca imaginei que sentiria falta
- Da batida de frutas do pai
- Dos filmes toscos da mãe
- Do duque latindo no meio da madrugada
- Das brigas com meu irmão
- Das discussões com a minha irmã
- Da desatenção da Manu para com qualquer limite ou regra
- De jogar tênis no vento
- Do buffet do Carbone
- De chamar pão de cacetinho
- De saber de cor e salteado como me locomover em uma cidade
- De ouvir rádios ruins cheias de propaganda
- Do trânsito insano
- Das estradas ruins
- De perder no tênis pro pai e sua proximidade septagenária
- Da mãe de mau humor
- Infinitos etcs.
É, a felicidade jaz não em outro lugar senão nas pequenas coisas. Não necessariamente em tê-las ou aproveitá-las, mas, cedo ou tarde, aprender a apreciá-las.
- Dos filmes toscos da mãe
- Do duque latindo no meio da madrugada
- Das brigas com meu irmão
- Das discussões com a minha irmã
- Da desatenção da Manu para com qualquer limite ou regra
- De jogar tênis no vento
- Do buffet do Carbone
- De chamar pão de cacetinho
- De saber de cor e salteado como me locomover em uma cidade
- De ouvir rádios ruins cheias de propaganda
- Do trânsito insano
- Das estradas ruins
- De perder no tênis pro pai e sua proximidade septagenária
- Da mãe de mau humor
- Infinitos etcs.
É, a felicidade jaz não em outro lugar senão nas pequenas coisas. Não necessariamente em tê-las ou aproveitá-las, mas, cedo ou tarde, aprender a apreciá-las.
Thursday, February 19, 2009
L (i) (ea) ving
Vive-se e se aprende. Prestes a completar 5 meses de Espanha, vivendo em uma residência basicamente estudantil eu aprendi algumas coisas e reaprendi outras. Realmente é muito difícil estar em um local onde a grande massa está de passagem. Fazer amigos e vê-los ir embora, soprar aquele até logo com a plena consciência de que a probabilidade de que encontrarei aquela pessoa novamente seja similar à de encontrar uma mosca que resolva problemas de álgebra. E é nesse fluxo de adeuses que se deita a vida. Em algum lugar eu escrevi que isso de alguma forma representa as mortes em vida. Morte significando partida, um mundo inteiro em movimento e nós sempre estáticos em uma encruzilhada (como bem reza a teoria da relatividade), sem sequer ter praonde ir, recebendo e se despedindo.
Faz pouco me despedi daquela que acreditei ser o grande amor da minha vida, e foi. Mas morri e tenho até uma nova (inevitável e de data imprevista) morte um novo amor da vida. E nisso vou me confrontando comigo mesmo, meu eu que não me abandona e ao qual não posso abandonar.
I'm living while people keep on leaving.
Baixar a cabeça e trabalhar. Há muito mais que um mundo por ser feito: há um caminho a ser trilhado.
Adendo - Quem sabe um dia com uma dessas mortes, chegue a morte.
Faz pouco me despedi daquela que acreditei ser o grande amor da minha vida, e foi. Mas morri e tenho até uma nova (inevitável e de data imprevista) morte um novo amor da vida. E nisso vou me confrontando comigo mesmo, meu eu que não me abandona e ao qual não posso abandonar.
I'm living while people keep on leaving.
Baixar a cabeça e trabalhar. Há muito mais que um mundo por ser feito: há um caminho a ser trilhado.
Adendo - Quem sabe um dia com uma dessas mortes, chegue a morte.
Saturday, January 31, 2009
Aos Amigos
4 meses na Espanha. 4 curtos meses, devo dizer. Passou rápido até e mesmo quando foi difícil, foi fácil. Me lembro dos meus dias chilenos e da loucura nostálgica que tinha das noites, tardes e manhãs porto-alegrenses regadas a cerveja barata e trilha sonora ECLÉTICA do Kito.
Talvez seja algum raio de maturidade sendo absorvido por uma das mais juvenis almas que já foram concebidas em ranchos gaúchos. Talvez um pouco de sorte. Talvez muita sorte.
Mas hoje não. Hoje em especial, já madrugada do primeiro de fevereiro de 2009 eu sinto falta dos meus amigos. Sinto dolorosamente a sua ausência e me recordo quase que em um gesto de auto-tortura dos eventos mais banais, do La Rosa mais comum, do tênis mais esquecível na quadra 10, da noite fracassada no opinião, do futebol mais chinelo do planet ball, do churrasco comprado de última hora em Guaíba, da apreensão da Manuela com a novidade mais boba, do porre mais imbecil na sinuca, das bobagens, das discussões, das histórias e das estórias, de tudo.
Se a nenhum lugar pertenço, seguro estou no coração de umas poucas e boas pessoas. Não as vale listar aqui porque a madrugada invade meu pensamento e o esquecimento pode fazer surgir injustiça tamanha que eu jamais me perdoaria. Mas eu tenho certeza que vocês sabem quem são. Tenho também a certeza e a exata noção do quanto fazem falta, não importa que eu esteja no lugar mais bacana do mundo, sem vocês ao meu lado, minha vitória é apenas pessoal, mas jamais inteira.
Talvez seja algum raio de maturidade sendo absorvido por uma das mais juvenis almas que já foram concebidas em ranchos gaúchos. Talvez um pouco de sorte. Talvez muita sorte.
Mas hoje não. Hoje em especial, já madrugada do primeiro de fevereiro de 2009 eu sinto falta dos meus amigos. Sinto dolorosamente a sua ausência e me recordo quase que em um gesto de auto-tortura dos eventos mais banais, do La Rosa mais comum, do tênis mais esquecível na quadra 10, da noite fracassada no opinião, do futebol mais chinelo do planet ball, do churrasco comprado de última hora em Guaíba, da apreensão da Manuela com a novidade mais boba, do porre mais imbecil na sinuca, das bobagens, das discussões, das histórias e das estórias, de tudo.
Se a nenhum lugar pertenço, seguro estou no coração de umas poucas e boas pessoas. Não as vale listar aqui porque a madrugada invade meu pensamento e o esquecimento pode fazer surgir injustiça tamanha que eu jamais me perdoaria. Mas eu tenho certeza que vocês sabem quem são. Tenho também a certeza e a exata noção do quanto fazem falta, não importa que eu esteja no lugar mais bacana do mundo, sem vocês ao meu lado, minha vitória é apenas pessoal, mas jamais inteira.
Done
É a história de um homem. Foi a história de um amor, de um garoto, de uma idéia, de um sonho, de uma esperança, mas no final das contas não é nada demais, é apenas uma história.
É engraçado, todo o pretenso glamour de uma vida no exterior se extingue com o tempo e você começa a se reconhecer nas coisas mais banais de um lugar que não muito atrás era um território distante no mapa. Não posso, contudo, chamar de casa, casa é onde quer que estejam os teus e os meus estão espalhados pelo mundo, às vezes fáceis de identificar pelo conhecimento prévio, às vezes misturados na multidão sem que saibamos a relevância que aquela pessoa possa vir a ter na minha vida.
E com o tempo ficam claras as minhas reais motivações de ter vindo parar aqui. Eu vim aqui para estudar, é verdade. Vim aqui por um objetivo profissional, também verdade. Vim aqui por um amor, verdade. Vim para aprender. Para sofrer. Para rir. Para ser triste. Para ser feliz.
Mas hoje muito muito mudou. Eu já não estou aqui pelos mesmo motivos que anteriormente. Alguns sim, outros nem tanto. No final das contas eu vim aqui por uma simples e forte razão: tornar-me quem eu sou.
Tarefa nem tão simples quanto se imagina em um primeiro momento. Tarefa árdua que rende, muitas vezes, a antipatia de outros. Ora, eu que sempre me julguei tão capaz de manter relações amistosas inclusive com aquelas pessoas que me causavam mais asco percebo hoje um limite baixíssimo para o que não me agrada. Tomei uma postura amarga com todo e qualquer ato desagradável. Me tornei exatamente aquilo que sempre quis, fui em diversos momentos exatamente a pessoa que sempre quis ser em diferentes situações e que amordacei pelo bem-estar do momento. Me suprimia. Não mais.
E aquela por quem acreditei um dia ter vindo aqui, se vai. Há uma probabilidade gigantesca de que nunca mais a veja e exatamente isto, que me causou tanta dor e sofrimento em momentos passados, me causa agora nada senão completa e total indiferença.
Indiferença. Está aí um aprendizado que vale qualquer sacrifício.
É engraçado, todo o pretenso glamour de uma vida no exterior se extingue com o tempo e você começa a se reconhecer nas coisas mais banais de um lugar que não muito atrás era um território distante no mapa. Não posso, contudo, chamar de casa, casa é onde quer que estejam os teus e os meus estão espalhados pelo mundo, às vezes fáceis de identificar pelo conhecimento prévio, às vezes misturados na multidão sem que saibamos a relevância que aquela pessoa possa vir a ter na minha vida.
E com o tempo ficam claras as minhas reais motivações de ter vindo parar aqui. Eu vim aqui para estudar, é verdade. Vim aqui por um objetivo profissional, também verdade. Vim aqui por um amor, verdade. Vim para aprender. Para sofrer. Para rir. Para ser triste. Para ser feliz.
Mas hoje muito muito mudou. Eu já não estou aqui pelos mesmo motivos que anteriormente. Alguns sim, outros nem tanto. No final das contas eu vim aqui por uma simples e forte razão: tornar-me quem eu sou.
Tarefa nem tão simples quanto se imagina em um primeiro momento. Tarefa árdua que rende, muitas vezes, a antipatia de outros. Ora, eu que sempre me julguei tão capaz de manter relações amistosas inclusive com aquelas pessoas que me causavam mais asco percebo hoje um limite baixíssimo para o que não me agrada. Tomei uma postura amarga com todo e qualquer ato desagradável. Me tornei exatamente aquilo que sempre quis, fui em diversos momentos exatamente a pessoa que sempre quis ser em diferentes situações e que amordacei pelo bem-estar do momento. Me suprimia. Não mais.
E aquela por quem acreditei um dia ter vindo aqui, se vai. Há uma probabilidade gigantesca de que nunca mais a veja e exatamente isto, que me causou tanta dor e sofrimento em momentos passados, me causa agora nada senão completa e total indiferença.
Indiferença. Está aí um aprendizado que vale qualquer sacrifício.
Thursday, January 29, 2009
Hwjdpedpwodwpofik
Faz horas que eu não me dedico a escrever algo neste blog patético (obrigado pelos feedbacks aí). Não é falta de tempo, seria uma idiotice dizer isso. Quanto tempo toma uma postagem? 10 minutos? Bom,eu não tenho escrito porque eu não tenho tido a menor vontade. Às vezes pela minha total indiferença, às vezes pela felicidade que sempre me foi um antídoto contra toda e qualquer inspiração literária (ah sim, como se eu tivesse alguma).
De qualquer forma hoje eu escrevo. Estou só no meu quarto. Tive um companheiro por uma semana e todo o ronco dele não foi capaz de tirar meu humor ou diminuir a saudade deste grande amigo que é o Estéfano. Tá na Holanda ele agora e depois ruma pro país de bandeira colorida cuidar da sua vida e matar as saudades da família e namorada. Depois volta, pelo menos.
E eu fico aqui com saudades. Eu não consigo imaginar qual evento da minha vida me fez assim tão nostálgico. Morro de saudades da Tara. Saudades da família. Saudades dos amigos. Saudades do Renan, Pyw, Cainelli.
Descobri aqui que gente é uma merda mesmo. Descobri que minha paciência tem limite e deixei de lado qualquer interesse em agir de forma socialmente respeitável pra bater de frente com quem me incomoda. Não aceito mais desaforo. Não levo pra casa. Não absorvo, expulso.
Vou pros EUA em abril visitar a T. Aparentemente o país dela gosta de mim e não causaram muito tumulto pra me darem o visto. Descobri que só preciso morar de fato na Espanha até fevereiro de 2010. E depois? Ah, meu amigo, sei não, aqui eu não fico, praonde eu vou eu também não sei. Estados Unidos me casar? Voltar pro Brasil pra trabalhar? Ir pro Senegal pegar em armas? Virar guia turístico do Azerbaijão? A ver, a ver.
De qualquer forma hoje eu escrevo. Estou só no meu quarto. Tive um companheiro por uma semana e todo o ronco dele não foi capaz de tirar meu humor ou diminuir a saudade deste grande amigo que é o Estéfano. Tá na Holanda ele agora e depois ruma pro país de bandeira colorida cuidar da sua vida e matar as saudades da família e namorada. Depois volta, pelo menos.
E eu fico aqui com saudades. Eu não consigo imaginar qual evento da minha vida me fez assim tão nostálgico. Morro de saudades da Tara. Saudades da família. Saudades dos amigos. Saudades do Renan, Pyw, Cainelli.
Descobri aqui que gente é uma merda mesmo. Descobri que minha paciência tem limite e deixei de lado qualquer interesse em agir de forma socialmente respeitável pra bater de frente com quem me incomoda. Não aceito mais desaforo. Não levo pra casa. Não absorvo, expulso.
Vou pros EUA em abril visitar a T. Aparentemente o país dela gosta de mim e não causaram muito tumulto pra me darem o visto. Descobri que só preciso morar de fato na Espanha até fevereiro de 2010. E depois? Ah, meu amigo, sei não, aqui eu não fico, praonde eu vou eu também não sei. Estados Unidos me casar? Voltar pro Brasil pra trabalhar? Ir pro Senegal pegar em armas? Virar guia turístico do Azerbaijão? A ver, a ver.
Saturday, January 24, 2009
Saturday, December 27, 2008
Rating de Cervejas VII
Weltenburger Kloster
Cerveja alemã de sabor forte e marcante, vice-campeã da copa do mundo de cervejas em uma categoria específica (Märzen) e digna de uma nota célebre. Nota 8,5.
Cerveja alemã de sabor forte e marcante, vice-campeã da copa do mundo de cervejas em uma categoria específica (Märzen) e digna de uma nota célebre. Nota 8,5.
Friday, December 26, 2008
Rating de cervejas VI
Das Feine Hofmark
Oh dear god! Encontrei uma que compete com a Leffe. Esta cerveja da Bavária de bela garrafa e feita a base de trigo é excepcional! Por algum motivo deixa após o gole uma sensação de mel na boca (literalmente). Nota 9,6 (dei 0,1 pela estonteante garrafa).
Oh dear god! Encontrei uma que compete com a Leffe. Esta cerveja da Bavária de bela garrafa e feita a base de trigo é excepcional! Por algum motivo deixa após o gole uma sensação de mel na boca (literalmente). Nota 9,6 (dei 0,1 pela estonteante garrafa).
Thursday, December 25, 2008
Rating de cervejas V
Fischer
Francesa, minha xará, sabor marcante e forte. Garrafa diferenciada. Nota 8.
Chimay Vinho
Irmã da Chimay azul, cerveja belga com sabor marcante de frutas. Menor teor alcóolico. Nota 8,5.
Francesa, minha xará, sabor marcante e forte. Garrafa diferenciada. Nota 8.
Chimay Vinho
Irmã da Chimay azul, cerveja belga com sabor marcante de frutas. Menor teor alcóolico. Nota 8,5.
Rating de cervejas IV
Sputnik
Cerveja com aroma de vodka. Fator definitivamnte diferencial. Por incrível que possa parecer, agrega um sabor inovador e interessante à bebida. Nota 6.
Ursus
Cerveja romena sem absolutamente nada que proporcione prazer no consumo. Nota 2.
Efes
Cerveja turca com uma lata pouco promissora e um sabor mediano. Nota 5.
Chimay Azul
Cerveja belga, forte, frutosa. Definitivamente uma bebida saborosa. Lembra um vinho. Nota 8.
Leffe
Eu ainda não encontrei uma cerveja que se sobreponha a esta iguaria belga em termos de sabor, qualidade e prazer sensorial proporcionados. Nota 9,5.
Aliada
Cerveja espanhola bem mais ou menos. Mesmo nível da romena Ursus. Nota 2.
San Miguel Selecta
Cerveja extra, muito similar a Brahma Extra (muito similar MESMO). Nota 6.
LöwenBrau
Irmã da LöwenWeisse mas nem sequer pode ser comparada à sua congênere feita a partir de trigo. Nota 5.
Voll-Damm
Cerveja espanhola com o melhor website (www.volldamm.es) e um potencial de agrabilidade muito grande. Nota 7,5.
Grimmbergen
Cerveja belga, frutosa, saborosa e interessante. Nada que empolgue, porém. Nota 7,5.
Adelscott
Munida de malte de whisky, trata-se de uma bebida diferenciada. Nota 8.
Cerveja com aroma de vodka. Fator definitivamnte diferencial. Por incrível que possa parecer, agrega um sabor inovador e interessante à bebida. Nota 6.
Ursus
Cerveja romena sem absolutamente nada que proporcione prazer no consumo. Nota 2.
Efes
Cerveja turca com uma lata pouco promissora e um sabor mediano. Nota 5.
Chimay Azul
Cerveja belga, forte, frutosa. Definitivamente uma bebida saborosa. Lembra um vinho. Nota 8.
Leffe
Eu ainda não encontrei uma cerveja que se sobreponha a esta iguaria belga em termos de sabor, qualidade e prazer sensorial proporcionados. Nota 9,5.
Aliada
Cerveja espanhola bem mais ou menos. Mesmo nível da romena Ursus. Nota 2.
San Miguel Selecta
Cerveja extra, muito similar a Brahma Extra (muito similar MESMO). Nota 6.
LöwenBrau
Irmã da LöwenWeisse mas nem sequer pode ser comparada à sua congênere feita a partir de trigo. Nota 5.
Voll-Damm
Cerveja espanhola com o melhor website (www.volldamm.es) e um potencial de agrabilidade muito grande. Nota 7,5.
Grimmbergen
Cerveja belga, frutosa, saborosa e interessante. Nada que empolgue, porém. Nota 7,5.
Adelscott
Munida de malte de whisky, trata-se de uma bebida diferenciada. Nota 8.
Tuesday, December 23, 2008
Uma retrospectiva em alta velocidade
2008 para mim
Terminou meu noivado. Me apaixonei. Estudei. Aprendi alguma coisa de econometria. Virei mestre. Fui professor. Tive meu coração partido. Parti um coração. Me apaixonei de novo. Conheci Londres. Conheci Barcelona. Me mudei para Madrid. Comecei o doutorado. Coloquei um pino de ferro na boca que agora chamo de dente. Ouvi muito Beethoven. Me roubaram o carro. Morei com meu irmão e namorada. Vi o Grêmio QUASE ser campeão. Joguei muito tênis com o Renan e com meu pai. Descobri um pouco mais sobre mim mesmo. Li Calvino, Dosto, Tchekov, Hesse, Kafka, Hemingway (e achei tempo pra escrever uma dissertação de 140 págs, te mete). Fiz muita bobagem. Fiz muita coisa interessante. Reencontrei pessoas que eu tristemente acreditava que não mais veria (Bonninha, Francine). Fui triste. Fui feliz. Pensei. Filosofei. Escrevi
Simples, direto, um ano relevante, mais um. Carpe Diem. Make it count.
Terminou meu noivado. Me apaixonei. Estudei. Aprendi alguma coisa de econometria. Virei mestre. Fui professor. Tive meu coração partido. Parti um coração. Me apaixonei de novo. Conheci Londres. Conheci Barcelona. Me mudei para Madrid. Comecei o doutorado. Coloquei um pino de ferro na boca que agora chamo de dente. Ouvi muito Beethoven. Me roubaram o carro. Morei com meu irmão e namorada. Vi o Grêmio QUASE ser campeão. Joguei muito tênis com o Renan e com meu pai. Descobri um pouco mais sobre mim mesmo. Li Calvino, Dosto, Tchekov, Hesse, Kafka, Hemingway (e achei tempo pra escrever uma dissertação de 140 págs, te mete). Fiz muita bobagem. Fiz muita coisa interessante. Reencontrei pessoas que eu tristemente acreditava que não mais veria (Bonninha, Francine). Fui triste. Fui feliz. Pensei. Filosofei. Escrevi
Simples, direto, um ano relevante, mais um. Carpe Diem. Make it count.
Base Comparativa para Rating de Cervejas
Conforme solicitado em comentário, explicito notas sobre algumas cervejas consumidas no Brasil para que fique mais claro o critério de comparação.
Skol
Aguada, carente de características próprias e de sabor. Decente para ser consumida extremamente gelada em dias de calor. Nota 3.
Serramalte
A melhor cerveja industrializada produzida no Brasil, creio eu. Levemente encorpada e detentora de um sabor raro para qualquer lager. Nota 7.
Original
Ideal para consumo em bares e acompanhada de petiscos. Não encanta. Nota 5.
Bohemia
Creio eu que vive hoje da fama. Tenho a severa impressão de que perdeu qualidade ao longo dos anos. Nota 5.
Erdinger
Participa de outra faixa de pontuação, dado que se trata de uma Weissbier. Sabor consistente. Nota 8.
Coruja
Melhor cerveja artesanal, o que já lhe colocaria um pé à frente das cervejas industrializadas. Nota 8.
Espero ter esclarecido quaisquer dúvidas.
Skol
Aguada, carente de características próprias e de sabor. Decente para ser consumida extremamente gelada em dias de calor. Nota 3.
Serramalte
A melhor cerveja industrializada produzida no Brasil, creio eu. Levemente encorpada e detentora de um sabor raro para qualquer lager. Nota 7.
Original
Ideal para consumo em bares e acompanhada de petiscos. Não encanta. Nota 5.
Bohemia
Creio eu que vive hoje da fama. Tenho a severa impressão de que perdeu qualidade ao longo dos anos. Nota 5.
Erdinger
Participa de outra faixa de pontuação, dado que se trata de uma Weissbier. Sabor consistente. Nota 8.
Coruja
Melhor cerveja artesanal, o que já lhe colocaria um pé à frente das cervejas industrializadas. Nota 8.
Espero ter esclarecido quaisquer dúvidas.
Rating de Cervejas III
Pilsner Urquell
A rainha das pilsens? Possivelmente. Cerveja Tcheca que joga sério no meio campo. Um Manchester United das cervejas. Falta-lhe, porém, o requinte e surpresa das ales ou das weiss. Nota 7,5 (meio ponto pelos detalhes em auto-relevo na lata).
A rainha das pilsens? Possivelmente. Cerveja Tcheca que joga sério no meio campo. Um Manchester United das cervejas. Falta-lhe, porém, o requinte e surpresa das ales ou das weiss. Nota 7,5 (meio ponto pelos detalhes em auto-relevo na lata).
Monday, December 22, 2008
Rating de cervejas II
Amstel
Cerveja básica e clássica. Absolutamente nada de inovador e nada que cause desgosto. Feita na Andalucía. Nota 5.
Cerveja básica e clássica. Absolutamente nada de inovador e nada que cause desgosto. Feita na Andalucía. Nota 5.
Rating de Cervejas
Budweiser Espanhola
Feita em Barcelona esta é uma das piores experiências de paladar que já tive. Doce e enjoativa, tive severas dificuldades em consumi-la. Nota 2 (dei um ponto de brinde pelo fato dela não estar razoavelmente gelada).
DAB - Dortmunder Actien-Brauerei
Cerveja alemã de Dortmund, obedece às leis de pureza de 1516 e não decepciona mas tampouco empolga. Nota 5.
LöwenWeisse
Cerveja Weissbier de Munique. Saborosa e levemente encantadora. Faz querer prová-la repetidamente para certificar-se de que não há nada de errado. E não há, ela é boa mesmo. Nota 8.
Feita em Barcelona esta é uma das piores experiências de paladar que já tive. Doce e enjoativa, tive severas dificuldades em consumi-la. Nota 2 (dei um ponto de brinde pelo fato dela não estar razoavelmente gelada).
DAB - Dortmunder Actien-Brauerei
Cerveja alemã de Dortmund, obedece às leis de pureza de 1516 e não decepciona mas tampouco empolga. Nota 5.
LöwenWeisse
Cerveja Weissbier de Munique. Saborosa e levemente encantadora. Faz querer prová-la repetidamente para certificar-se de que não há nada de errado. E não há, ela é boa mesmo. Nota 8.
Friday, December 19, 2008
Back to my Chilean days
Segundo dia do recesso. Fui dormir na noite anterior com a promessa de que nada faria senão coçar o saco. Mentira, acabei tornando esta sexta-feira que antecede o natal um dos dias mais produtivos da minha estada aqui na Espanha.
Além das atividades corriqueiras (compromissos gastronômicos, academia e siesta), consegui FINALMENTE abrir minha cuenta corriente, após extensa pesquisa encontrei o material de pesquisa para realização de um informe de capital intelectual (hã?) para a cadeira de Economics of Knowledge e dediquei 3 horas à minuciosa e nostálgica atividade de enfiar a cara na poeira e demais sujeiras do meu quarto para torná-lo organizado, resplandescente e brilhoso. Saudades de ser um subempregado num albergue de terceira em Santiago...
Além das atividades corriqueiras (compromissos gastronômicos, academia e siesta), consegui FINALMENTE abrir minha cuenta corriente, após extensa pesquisa encontrei o material de pesquisa para realização de um informe de capital intelectual (hã?) para a cadeira de Economics of Knowledge e dediquei 3 horas à minuciosa e nostálgica atividade de enfiar a cara na poeira e demais sujeiras do meu quarto para torná-lo organizado, resplandescente e brilhoso. Saudades de ser um subempregado num albergue de terceira em Santiago...
Wednesday, December 3, 2008
Essas certezas...
Eu falei em momento(s) anterior(es) em amores e certezas e toda vida e blá blá blá.
Bobagem.
MIND THE GAP...
and keep walking
Bobagem.
MIND THE GAP...
and keep walking
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