Friday, August 14, 2009

Gráficas






Sem muita explicação, apenas um relato visual do último ano.

Thursday, August 13, 2009

Por que a palavra escrita?

Em essência comecei a ler pelo mesmo motivo que comecei a escrever: por obrigação. Comecei a ler porque sempre foi uma paixão familiar (ainda que os 5 tenham gostos muito diversos) e aos 8 anos minha mãe impôs: já sabe ler - tens que fazer bom uso disso. Me comprou um almanaque de capa verde da Disney (Pateta, Mickey, Tio Patinhas e a turma) Demorei meses para ler aquilo, não porque era difícil, mas porque era mais fácil brincar. Mas li e na seqüência passei anos lendo gibis a torto e a direito. Li mais de mil. Fácil.

Nessa época comecei a escrever pra escola. Redações sobre os temas mais imbecis (obrigado, professoras). Acabei ficando bom nisso (em escrever coisas imbecis, tão ou mais idiotas quanto as que eu escrevo hoje) e empilhando boas notas. Nessa fase, nova pressão materna pela leitura de livros (combatida já pela insistência professoral escolar de nos empurrar os mais enfadonhos exemplares que um pré-adolescente pode ser obrigado a produzir resenhas sobre).

Com o tempo o gosto acabou vindo ao natural e há uma década escrevo e leio por gosto, sem me importar pela ausência de avaliadores. Avalio eu o que é bom. Se o que eu escrevo é bom? Isso j´não me interessa.

Esquilo é o Novo Rato é bom (google it, by Mateus D'Almeida). Why the Fuck am I Reading That é ótimo (by Pyw Lindemann). Os russos são excelentes. Aliás, acabei de terminar de ler The Great Gatsby e achei mais ou menos (ainda mais para uma obra tão bem considerada da literatura norte-americana). Me pareceu um conto deveras extenso, demasiado comum, extremamente dependente de sua localização geográfica e temporal.

Felizmente minha relação com as palavras nada tem a ver com hábito. Melhor ainda, minha escrita nada tem a ver com expor coisa alguma senão a mim mesmo (ainda que acreditem que vez ou outra eu exponho a outrem - babacas).

Ler

É instigante como o que eu escrevo pode despertar a mais ampla gama de sensações nos que me lêem. Se escrevo sobre um porre, minha mãe acha que eu sou alcoólatra, meus amigos acham que eu sou legal, minha irmã acha que eu cresci meu irmão nem me lê. Ah, e alguns acham me entendem por isso.

Se escrevo de saudades, acaricio o ego dos saudosos, maltrato a auto-estima dos correntes.

Nem sequer concordo com muito do que escrevo. Não me levem a sério. O que escreve não é o que pensa. Aliás, nem sei se algo do que escrevo é fruto de alguma reflexão.

Não me levem mais a sério do que eu levo a eu mesmo, por favor.

Escrever

É interessante o que desperta em mim o ato de escrever. Vez ou outra me falta inspiração, vez ou outra me sobra, geralmente sou refém do que acontece à minha volta, tento reportar o que minha alma vê através dos olhos.

Antiguidades

www.iamthebira.blogspot.com

Verano en Madrid

Calor, muito calor. Escapei do mês de julho em uma incursão pelo gélido inverno gaúcho, mas fui atropelado por um agosto abafado. É sair na rua e sentir o ar lamber o corpo, forçando a mais pegajosa transpiração. O verão europeu não é lindo, é cruel. Era a única estação do continente que ainda desconhecia. Não há ar condicionado que salve, apenas que amenize o calvário.

Esclareço, também, que sou um admirador do inverno, do frio, do agasalho e do vento que racha os lábios. Mãos nos bolsos e cerveja na borda da janela para gelar.

Wednesday, August 12, 2009

Personagens da Vida V

Paris: Meu primeiro amigo em Madrid. Representação fielíssima (vou lá saber o superlativo de fiel) do mais caricato estereótipo de um boêmio. Bebe, fuma, pede emprestado, entende que "emprestado" significa "dado", magro, inteligente, pintor, poliglota, filho de embaixador e afilhado do Chico Buarque. Se perdeu de amores por uma argentina que trabalhava onde? Num bar. Sumiu, foi pra Grécia. Daqui a pouco volta (?). Já conheceu o Paul MacCartney (isso ele diz. Eu escolho acreditar porque seria um desperdício duvidar).

Fumaça

Uma coisa apaixonante no cigarro, aquilo que eu acredito que é a primeira característica do tabaco que atrai a atenção de um jovem e o arrasta para o vício é a sensação de superioridade. Me lembro do meu primeiro cigarro, da época em que não ansiava pela nicotina após um voo de 10 horas, me lembro de ser um adolescente inseguro (evidentemente) e que aquele palito de palha na mão me deixava tranquilo e me fazia desdenhar dos outros. Em qualquer ocasião social, me sinto acuado quando impedido de fumar, me sinto um homem com a fumaça no peito (nunca fui muito fã de cinema antigo, então não faço idéia de como esta imagem se construiu na minha cabeça).

Dei uma pausa no inventário de pessoas interessantes que conheci na minha vida devido à criação do blog 100000cigarros.blogspot.com da Milena Fischer (jornalista, mãe da Manu e irmã - o mais importante) que acompanha sua tentativa de largar este tão elegante vício. Algo parecido acontece comigo, já que a Tara vem me incomodando para parar (incomodando é um verbo muito mal utilizado nesta ocasião, dado que a causa é nobre) e me pareceu conveniente abordar o assunto.

Pra começar (já no terceiro parágrafo...), admito: gosto de fumar. Gosto do primeiro cigarro do dia, gosto do último cigarro antes de dormir, gosto do cigarro depois do almoço, do cigarro com a cerveja e por aí vai. Gosto do sabor, gosto da sensação e tudo o mais. Mata? Sempre usei o argumento de que "viver mata", de que "nunca se sabe o amanhã" e blablabla. Errado, mata sim, e apenas aceitamos o vício porque mata devagar. Óbvio. Quantos fumantes haveriam se uma tragada matasse? Ou um maço? Ou um pacote? Mas o cigarro é muito mais atraente que isso. Mata devagarinho. 100 mil não é o suficiente (mas te causa uma forte bronquite, certo, Mi?). Quantos? 500 mil? 1 milhão? E assim construímos um cotidiano baseado no tabaco. Fazemos amigos em função de compartilhar o vício, criamos rotinas aliadas ao cigarro e tornamos mais e mais difícil largar o fumacento porque criamos conexões no cérebro que acabam associando praticamente tudo ao ato de inspirar e expirar fumaça.

Ao passo que reduzo meu consumo de cigarros (já foi de 30 a cada 24 horas, agora é de 5), percebo que meus limites de paciência são mais tênues, que me torno mais irritadiço e percebo como é deprimente a tal crise de abstinência. Como é triste ver todo o humor se alterar com uma tragada.

Mas como também é lindo. Como é sedutor o sabor cremoso da fumaça. Eu não vou ser hipócrita e dizer que é repugnante. Acho uma das melhores coisas do mundo. Em verdade, nem penso (ainda?) em largar, apenas em reduzir a um nível mínimo. Não posso ser mais o fumante despreocupado. Não tenho mais esse direito. Divido um teto agora.

Tuesday, August 11, 2009

Personagens da Vida IV

Adão: Taxista que uma vez conduzia Cainelli e eu a mais uma noite de hedonismo da região Goethiana de Porto Alegre. Assumiu (?) que já havia se deitado com mais de 2 mil mulheres e a sua conclusão final sobre sua vida amorosa foi que "bom mesmo é mulher feia, porque tu até fica feliz quando ela te larga (...) e elas vão te largar mai cedo ou mais tarde, então quanto mais feia, melhor". Um filósofo.

Monday, August 10, 2009

Personagens da Vida III

Renan: Conheci ainda quando éramos muleques e o seu cabelo era branco de tão loiro. Depois de uma série de oportunidades que a vida nos deu de no tornarmos amigos, foi definitivamente um porre de tequila que nos aproximou. Cidadão carismático, dono de um portentoso cavanhaque e uma demolidora direita no tênis, um dos mais eficientes jogadores de futebol que a história já produziu a nível amador. Goza de um belo cartaz com a mulherada muito devido à sua fama internacional alcançada através da música.

Sunday, August 9, 2009

Personagens da vida II

Aírton: Cara gordinho, simpático e com cavanhaque. Rodava pelos 40 e alguns anos e foi alvo de uma ironia do destino que envolvia uma piada jocosa com o futuro do amigo Pyw e que (sem nenhuma intenção) correspondia à vida dele. Dizia que estava em Laguna (carnaval de 2002, rico carnaval) por uma mulher. Nos levou pruma praia com o argumento de ser paradisíaca e que era na verdade coberta por restos fecais de bovinos e equinos. Tentou me agarrar (de brincadeira?) na janela do nosso pardieiro.

Personagens da vida

Pyw: Sujeito carismático. Sempre tem uma boa história para contar, ainda que em geral elas sejam apenas baseadas em fatos e nem sempre os personagens desempenharam o papel que nos é transmitido (mas isso não é importante). Gosta bastante de cerveja e coisas fritas (e isso explica muito do porquê de gostar eu dele). Vive uma vida dupla. Fosse casado teria duas famílias. Desafio uma mulher a convencê-lo ao matrimônio. Certeza que já fez mais de mil gols.

Saturday, August 8, 2009

Calles

Vez ou outra, volta e meia, nada que represente muita frequencia, eu me questiono sobre eu mesmo. Em geral me sinto um tanto quanto deprimi do nestes momentos de auto-avaliação. Nem sei bem ao certo o porquê.

Me dá, sei lá, vontade de caminhar. De seguir e nunca mais parar, nunca mais voltar, de levar uma carteira de cigarro no bolso e mais nada. Perder todo e qualquer compromisso já firmado e esperar que com o tempo mais nenhum lençol de expectativas voltasse a me cobrir. Não permitir mais espaços para decepções.

Fica complicado com o tempo entender a trama de escolhas que nos leva de um lugar a outro. O emaranhado caótico de caminhos cruzados, de certos e errados, de direitas e esquerdas, de vou ou não vou, enfim, de quase tudo.

Arrependimento. Frustração. Mantenha as expectativas baixas, Bruno, bem baixas. Não te esqueça que a natureza já te quis morto ou nem sequer fez questão de que tu nascesse. Tu é um erro do ponto de vista seletivo. Ao menos seja um erro que deu certo (e lá vamos com as expectativas de novo).

Preciso de um copo de água.

Wednesday, August 5, 2009

Tocando em Frente

Eu fui uma criança polionírica (significando que nunca fui escravo de um sonho apenas, mas de vários). Nem sei se essa palavra existe, mas exposto o significado me sinto à vontade de seguir com o que interessa.

Nunca fui alguém satisfeito, nunca serei alguém satisfeito. Todos esses sonhos se expandiram muito além das minhas primeiras infâncias e proporcionalmente cresceram junto com os horizontes que se deitavam ao redor do meu mundo. Mas quando estes sonhos deixam o mundo das possibilidades e começam a se concretizar me fica mais cristalina a percepção de que trazem consigo um temporal de renúncias. Uma tempestade de dúvidas sobre o que sempre pareceu tão óbvio. O inevitável sentimento de insatisfação me domina uma vez mais.

Não houve um dia em minha vida no qual não tenha sonhado em conhecer o mundo. Em preparar uma mochila e desbravar o maior número de fronteiras que estivesse ao alcance das idéias. Mas cá estou, em processo de realização disto tudo e insatisfeito. Não somente insatisfeito, magoado, ferido, acuado, em dúvida. Li o que minha irmã escreveu sobre a minha re-partida do Porto Alegre. Mói, tritura, processa e serve meu coração no balcão do açougue para rechear algum pastel em um bar de limpeza duvidosa seja lá onde for.

Melodramático? Ora, apenas um imbecil pensaria em exagero em alguma coisa. Felizmente não sou rodeado de tais exemplares de besta. Tenho apreço por poucos, poucos e bons e sei que são poucos os que têm real apreço por mim. E isso me enobrece. Misantropo, classificou-me um dia um destes bons. Sim, um tanto quanto. Sim, tens razão. Mas não referentemente a estes.

E sigo, comendo pastel de carne moída de coração pra poder seguir, sonhando para não parar, reclamando para não deixar de ser eu e sem absolutamente nenhuma certeza do que será, de onde chegarei e do que terei que deixar pra trás por isso.

Sunday, May 31, 2009

Vésperas

Vésperas, engraçado usar essa palavra como título (me lembra vespas, me dá uma idéia de enxame, me faz refletir sobre o caos). 8 meses vivendo em Madrid, Espanha, Europa, prestes a completar 26 anos sobre solos nem tão sagrados, mas ainda firmes (tive uma experiência aeronáutica semana passada bastante desagradável).

Planejava escrever sobre nostalgia, sobre como as ruas de Porto Alegre à noite me trazem conforto, sobre como tempos anteriores eram felizes e aventurosos, sobre como o cheiro da primavera na redenção me despertava os sentidos. Mentira. Nem toda, mas fã de generalizações que sou, digo que TODA nostalgia é falsa, é baseada numa imaginação retroativa imbecil e seletiva. As ruas de Porto Alegre jamais me trouxeram conforto enquanto por elas navegava, os momentos felizes e aventurosos sim existiram, mas foram tão mágicos quanto contamos em uma folha de papel? E ao inferno com o cheiro de primavera nos parques (e que cheiro é esse? O que a liturgia é capaz de nos emburrecer...).

O melhor dos mundos possíveis. Sim, panglossiano ao extremo (que me perdoem os que não estão familiarizados com o a expressão, mas deveriam ler mais) e perdido por aí, certo que serei o próximo idiota a lamentar a falta da capital espanhola, das suas calles, dos seus aromas. Bêbado de estupidez, desdirei tudo que digo aqui. Serei mais sábio (ainda que a sabedoria seja a maior forma de estupidez no que diz respeito à satisfação pessoal), mais velho, mais seguro. 26 anos. Idade demasiado avançada para ser prodígio em qualquer coisa, novo demais para fazer respeitar minhas idéias (quem sabe perante eu mesmo).

Mas a reflexão que faço é de que, ainda que mais próximo dos 30, me sinto mais ignorante que aos 15. Na adolescência, pensava que meus pais eram atrasados, que estavam desatualizados, pensava que a fama era o caminho da glória e que aos 26 dominaria o mundo do topo. Hoje, percebo em meus pais a mais límpida, prática e contundente forma de sabedoria. Vejo neles o humano, não apenas a instituição parental, o ideal, o respeito, o entendimento mais clássico e valioso do significado do amor. Hoje, quero ser nulo, quero que ninguém me reconheça (a não ser aqueles que eu quero reconhecer), quero transitar em paz. Nada quero dominar, senão a eu mesmo e vejo aí um grande caminho a ser percorrido. Não quero amar por amar e tanto menos viver por viver. Quero ter cuidado e ser político (o que pode me levar a nem sempre ser verdadeiro) e quero ser melhor.

Reconheço os que me amam, os que gostam de mim, os que me respeitam, os que me temem, os que me mentem, os fiéis e os infiéis, os que deixariam de ganhar para não me deixar perder (poucos, muito poucos) e os que fariam de tudo para me verem mal (poucos também, não sou prepotente de acreditar que sou tão relevante assim) e os indiferentes.

26 anos. 26 anos de erros e acertos, de mágoas e lembranças, de aprendizado (muito). Não 26 anos repletos de glórias absurdas como minha memória neste momento quer me fazer crer.

Wednesday, April 1, 2009

Chegando a hora

Depois de mudar todos meus pertences para um armário onde vou morar pelos próximos dois meses com um baiano muito gente fina que me cedeu uma gaveta pra usar de cama, me preparo para mais uma jornada de aventuras nessa vida louca, vida breve (é isso aí, Lobão). Mañana por la mañana me voy a Barajas rumbo a los EEUU, com escala na saudosa Londres. Desapareço por 10 dias (como se eu escrevesse frequentemente...) e depois conto minhas aventuras na terra do Oba!ma e das desventuras do meu encontro cataclismático com o senhor Mateus.

Tuesday, March 31, 2009

Beers of the World





Estéfano, foi mal, tive que jogar fora. Mas fica aí pra posteridade.

Friday, March 20, 2009

Londres

Só escrevo para dizer que:

sinto saudades do clima daquela cidade
da sua sonoridade
da sua diversidade
da sua insanidade
dos pubs
e das ruas
dos ônibus
e das loucuras
de tudo, de tudo mesmo

Londres. Aos poucos e, de repente, em um turbilhão: te toma, te conquista, te massacra de saudades. 4 dias, apenas 4.

http://www.youtube.com/watch?v=VJQRYeBdPRM

Friday, March 6, 2009

Partidas

Hoje foi um dia marcante em alguns aspectos. Não somente a partida do Érico e da Elisa, casal amigo, com quem passava boa parte do meu tempo, mas também a sua falha de planejamento logístico para com as malas que levou o Estéfano e eu a acompanhá-los ao aeroporto, terminal 4, lugar místico na minha mitologia madrilenha, lugar onde 5 meses atrás desembarquei e sobre o qual gostaria de dissertar um bocado.

Foi um tanto quanto desconcertante a experiência de estar ali e ter uma série de impressões sobre o local tão distintas da primeira vez. Me lembrei da sensação total e maciça de solidão na manhã daquele 28 de setembro de 2008, de um certo pavor em nível controlado, da expectativa frustrada de que houvesse lá uma pessoa para me guiar. Lembro de uma saudade repentina de tudo que havia deixado pra trás e da vontade inevitável de pegar o próximo avião de volta para casa. Mas eu não voltei. Por mais difícil que tenha sido em alguns momentos, em especial no início, eu fiquei. E voltando lá me fez pensar nestes 5 meses e em tudo que aconteceu, tudo que mudou, tudo que eu aprendi e tudo que eu consegui, felizmente, desaprender.

E meus amigos se foram. Eu fico. Outros irão, poucos tão bons quanto, mas irão. Deixarão esse universo europeu como um dia eu o farei. Mas longe me espera a despedida e pouco ou nada sei dos sentimentos que me tomarão quando chegar o momento.

Thursday, March 5, 2009

Coisas que eu nunca imaginei que sentiria falta

- Da batida de frutas do pai
- Dos filmes toscos da mãe
- Do duque latindo no meio da madrugada
- Das brigas com meu irmão
- Das discussões com a minha irmã
- Da desatenção da Manu para com qualquer limite ou regra
- De jogar tênis no vento
- Do buffet do Carbone
- De chamar pão de cacetinho
- De saber de cor e salteado como me locomover em uma cidade
- De ouvir rádios ruins cheias de propaganda
- Do trânsito insano
- Das estradas ruins
- De perder no tênis pro pai e sua proximidade septagenária
- Da mãe de mau humor
- Infinitos etcs.

É, a felicidade jaz não em outro lugar senão nas pequenas coisas. Não necessariamente em tê-las ou aproveitá-las, mas, cedo ou tarde, aprender a apreciá-las.