- Da batida de frutas do pai
- Dos filmes toscos da mãe
- Do duque latindo no meio da madrugada
- Das brigas com meu irmão
- Das discussões com a minha irmã
- Da desatenção da Manu para com qualquer limite ou regra
- De jogar tênis no vento
- Do buffet do Carbone
- De chamar pão de cacetinho
- De saber de cor e salteado como me locomover em uma cidade
- De ouvir rádios ruins cheias de propaganda
- Do trânsito insano
- Das estradas ruins
- De perder no tênis pro pai e sua proximidade septagenária
- Da mãe de mau humor
- Infinitos etcs.
É, a felicidade jaz não em outro lugar senão nas pequenas coisas. Não necessariamente em tê-las ou aproveitá-las, mas, cedo ou tarde, aprender a apreciá-las.